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O vírus Zika é um vírus transmitido por mosquitos, inicialmente identificado no Uganda, em 1947. Posteriormente, foi identificado em seres humanos, em 1952, no Uganda e na Tanzânia. Atualmente, têm-se registado surtos da doença por vírus Zika nas Américas, África, Ásia e Pacífico. Está ainda a ser investigada a possível associação entre a infeção por vírus Zika e a microcefalia diagnosticada em fetos e recém-nascidos, bem como com a associação entre esta infeção e o síndrome de Guillain-Barré.

Legislação

Atualizações

Comunicados

Orientações e Documentação Técnica

Vigilância entomológica e epidemiológica

Recomendações para viajantes que se desloquem para áreas afetadas  com vírus Zika

  • Antes do início da viagem todos os cidadãos devem procurar aconselhamento em Consulta do Viajante, com pelo menos 4 semanas de antecedência;
  • A principal medida de prevenção é a proteção contra a picada do mosquito:
    • Utilizar vestuário preferencialmente largo, de cores claras e adequado para diminuir a exposição corporal à picada (camisas de manga comprida, calças e calçado fechado);
    • Ter especial atenção ao período do dia em que os mosquitos do género Aedes picam mais frequentemente (do nascer ao pôr do sol);
    • Aplicar repelentes observando as instruções do fabricante, fazendo notar:
      • Crianças e mulheres grávidas podem utilizar repelentes de insetos apenas mediante aconselhamento de profissional de saúde;
      • Não são recomendados para crianças com idade inferior a 3 meses;
      • Se tiver de utilizar protetor solar e repelente, dever-se-á aplicar primeiro o protetor solar e depois o repelente. Lista de autorizações de produtos biocidas repelentes emitidas pela DGS
    • Optar preferencialmente por alojamento com ar condicionado; em alternativa, utilizar redes mosquiteiras, mesmo durante o dia.
  • As grávidas não devem deslocar-se, neste momento, para áreas afetadas. Se tiverem de o fazer, devem procurar aconselhamento médico e seguir rigorosamente as recomendações dadas, antes da partida e após o regresso;
  • As pessoas imunocomprometidas ou com doenças crónicas graves devem obter aconselhamento médico antes de planear uma viagem a uma área afetada;
  • Pelo princípio da precaução, durante a estadia em áreas afetadas, as relações sexuais devem ser protegidas com preservativo, uma vez que existe risco de transmissão sexual de um homem infetado para outra pessoa;
  • No país de destino seguir as recomendações das autoridades locais.

Recomendações para os viajantes que regressem de áreas afetadas com o vírus Zika

  • Os viajantes provenientes de uma área afetada que apresentem, até 2 semanas dias após a data de regresso, sintomatologia sugestiva de infeção (febre, erupção cutânea, dor nas articulações ou musculares ou conjuntivite) devem contactar a Saúde 24 (808 24 24 24) ou consultar o médico, referindo a viagem recente;
  • As grávidas provenientes de uma área afetada, mesmo sem sintomas, devem mencionar a sua viagem durante as consultas de vigilância pré-natal, para serem avaliadas e monitorizadas adequadamente;
  • Os homens provenientes de uma área afetada devem considerar o uso do preservativo ou abstinência sexual com uma grávida até ao final da gravidez. Esta medida deve ser cumprida à luz do princípio da precaução e até novos conhecimentos.
  • Os homens provenientes duma área afetada que tenham tido infeção por vírus Zika devem considerar o uso do preservativo, durante 6 meses após o regresso, com uma mulher que planeie engravidar:
  • Os homens provenientes de uma área afetada que não tenham tido sintomas compatíveis de infeção por vírus Zika devem considerar o uso do preservativo ou abstinência sexual durante 4 semanas após o regresso, com uma mulher que planeie engravidar.

Estas medidas devem ser cumpridas à luz do princípio da precaução e são baseadas em provas científicas disponíveis pelo que serão atualizadas em função de novos conhecimentos.

A Saúde 24 (808 242424) está disponível para aconselhamento.

Pedidos de informação ou esclarecimentos sobre vírus Zika deverão ser dirigidos à Direção-Geral da Saúde, através do email: zika@dgs.pt.

Artigos científicos

Outras informações disponíveis

 

 

Perguntas Frequentes

Atualização epidemiológica

  • Organização Mundial da Saúde
  • Continente Europeu
    Não há notificação de casos autóctones no continente europeu. No entanto, casos importados têm sido, esporadicamente, reportados.
     
  • Portugal
    Registam-se, desde junho de 2015, 17 casos de Zika confirmados laboratorialmente.
     
  • Países afetados
    Segundo dados do ECDC, vários países/territórios reportaram casos confirmados de infeção por vírus Zika, designadamente: Argentina, Aruba, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire (Holanda), Brasil, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçau, Dominica, Equador, El Salvador, Filipinas, Grenada, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Virgens (EUA), Ilhas Samoa, Jamaica, Kosrae, Maldivas, Martinica, México, Micronésia, Nova Caledónia (França), Nicarágua, Panamá, e Papua-Nova Guiné, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Saint Lucia, Saint Martin, Sint Maarten, Suriname, Tailândia, Tonga, Trindade e Tobago, Venezuela e Vietname.
     
  • Brasil
    tem registado acentuado aumento do número de casos de Zika, com surtos a ocorrer maior parte dos Estados. Consulte aqui informação epidemiológica no Brasil. 
     
  • Mais informação sobre as áreas afetadas...

 


 
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