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DGS participa no XXI Congresso Nacional da Associação dos Enfermeiros de Sala de Operações

DGS participa no XXI Congresso Nacional da Associação dos Enfermeiros de Sala de Operações

A Direção-Geral da Saúde (DGS), através da Divisão de Planeamento e Melhoria da Qualidade (DPMQ), participou no XXI Congresso Nacional da AESOP, subordinado ao tema “Horizontes Digitais na Enfermagem Perioperatória”.

A iniciativa decorreu de 8 a 10 de maio de 2024, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, e reuniu cerca de 650 peritos das diferentes áreas do conhecimento. Este evento contribuiu para a discussão e reflexão em diferentes vertentes, salvaguardando os princípios da qualidade e segurança na prestação de cuidados de saúde no contexto Perioperatório.

Natália Pereira, da Equipa da Segurança do Doente da DPMQ, integrou a sessão solene de abertura, destacando que, anualmente, se estima que sejam realizados cerca de 300 milhões de procedimentos cirúrgicos, resultando em 7 milhões de complicações significativas e 1 milhão de mortes decorrentes da atividade cirúrgica, emergindo a segurança cirúrgica como um problema de Saúde Pública.

Neste sentido, a DGS tem mantido o seu compromisso no Segundo Desafio Mundial da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a Segurança dos Doentes, através do projeto "Cirurgia Segura Salva Vidas", que tem como objetivo melhorar a segurança dos cuidados cirúrgicos. Para tal, foram definidos um conjunto de documentos de segurança, para implementação em todos os blocos operatórios portugueses.

A segurança do doente assume-se como uma área emergente a trabalhar e melhorar por todos os intervenientes. Assim, ainda este ano, a DGS irá proceder a uma avaliação nacional da segurança cirúrgica.

Paralelamente assiste-se a uma nova era de transformação digital, incluindo o desenvolvimento de novas tecnologias e de múltiplas abordagens para apoiar os profissionais de saúde e para melhorar os cuidados prestados ao doente cirúrgico. 

Sabendo-se que a segurança cirúrgica está em constante evolução, através do desenvolvimento de estratégias que visam responder aos atuais desafios e às novas exigências tecnológicas na saúde, pelo que importa assegurar o bem-fazer, a humanização dos cuidados e a segurança do doente, constituindo o centro das prioridades e o principal foco de atenção.