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Diretora-Geral da Saúde aborda oportunidades do ecossistema espacial para a área da Saúde

A Diretora-Geral da Saúde, Rita Sá Machado, defende que “o Espaço está a abrir oportunidades para ensaios clínicos, especialmente em áreas remotas, possibilitando oferecer novos tratamentos ou mesmo melhorar o seu acesso”.
Na sétima edição da New Space Atlantic Summit, sobre o futuro da economia espacial, que decorreu a 7 de junho de 2024 em Lisboa, na Agência Europeia para a Segurança Marítima (EMSA, na sigla inglesa), a Diretora-Geral da Saúde integrou o debate sobre o ecossistema espacial, com a presença de líderes e especialistas nacionais e internacionais.
A New Space Atlantic Summit deu voz a áreas de conhecimento não-espaciais, mas que se interligam com a temática espacial. Rita Sá Machado, que integra o Conselho de Orientação e Estratégia da Agência Espacial Portuguesa – PT Space, sublinhou que “a monitorização remota é um dos pilares fundamentais dos cuidados de Saúde no presente e no futuro, permitindo-nos monitorizar pacientes com doenças crónicas, por exemplo, através de dispositivos ligados a satélites. Isto pode diminuir a probabilidade de hospitalização e o respetivo custo”.
A Diretora-Geral da Saúde não esqueceu as oportunidades que a indústria da Saúde pode ter com o crescimento da economia espacial: o fornecimento de serviços médicos na área do turismo espacial, e a realização de investigação e de fabricação de e para o Espaço são disso exemplos.
O Conselho Consultivo da Agência Espacial Portuguesa - PT Space, que apoia a organização na definição das suas linhas de atuação, emitindo pareceres ou recomendações ao seu plano de atividades, é integrado por Rita Sá Machado.

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Fotografia: Agência Espacial Portuguesa - PT Space
