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Relatório de Monitorização da Situação Epidemiológica da COVID-19 nº 27

Relatório de Monitorização da Situação Epidemiológica da COVID-19 nº 27

A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulgam o relatório n.º 27 de monitorização da situação epidemiológica da COVID-19. O documento inclui diversos indicadores, nomeadamente a incidência a sete dias e o índice de transmissibilidade (R(t)), nacionais e por região de saúde, entre outros. 

Do presente documento, destacam-se ainda os seguintes pontos: 

  • A epidemia de COVID-19 manteve uma incidência elevada, apresentando uma tendência decrescente. O número de internamentos por COVID-19 e a mortalidade específica
  • apresentam uma estabilização. Deve ser mantida a vigilância da situação epidemiológica da COVID-19, recomendando-se a manutenção das medidas de proteção individual, a
  • vacinação de reforço e a comunicação frequente destas medidas à população.
  •  O número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 7 dias, foi de 160 casos, com tendência decrescentea nível nacional.
  • O R(t) apresentou um valor inferior a 1 a nível nacional e nas regiões Norte, Centro, e Algarve, o que indica uma tendência decrescente de novos casos nestas regiões.
  • O número de pessoas com COVID-19 internadas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência decrescente, correspondendo a 10,6% (no período anterior em análise foi de 12,9%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas.
  • A razão entre o número de pessoas internadas e infetadas foi de 0,23, apresentando uma estabilização.
  • A linhagem BA.5 da variante Omicron continua a ser claramente dominante em Portugal, apresentando uma frequência relativa estimada de 95% na semana 35 (29/08/2022 a 04/09/2022). Esta linhagem tem revelado uma maior capacidade de transmissão, a qual é potencialmente mediada por mutações adicionais com impacto na entrada do vírus nas células humanas e/ou pela sua capacidade de evasão à resposta imunitária.
  • No que respeita à mortalidade específica por COVID-19 (8,1 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) observa-se uma estabilização. A mortalidade por todas as causas encontra-se dentro do esperado para a época do ano.